OLHOS NOS OLHOS, LÁBIOS NOS LÁBIOS

Letra: Filipe Santos

Música: Filipe Santos

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Sozinho aqui estou a pensar nesta vida,
Perdido eu não estou, não quero outra saída.
Só no sufoco que a solidão me traz,
Preciso de um motivo, diz-me: onde estás?

Chegas do escuro onde não te procurei,
Nem penso no futuro, só em ti me inspirei.
Passo pelo mar e não vejo ninguém,
Perdi-me num olhar, não sei bem de quem.

Liberto esta amargura que me entristeceu,
Percorro a nossa loucura e assim sou eu!

Olhos nos olhos,
Lábios nos lábios
Que fazem ferver o sangue
Dos loucos corpos unidos num só

Esse fogo que é só nosso,
Esse fogo que nos consome,
Essa chama que queima, queima… sem se ver.

Esta loucura em segredo,
Um segredo que é só nosso,
Onde nada de nada… se pede em troca.

Olhos nos olhos,
Lábios nos lábios
Que fazem ferver o sangue
Dos loucos corpos unidos num só

Olhos nos olhos, lábios nos lábios

DÁ-ME MAIS UM POUCO DE TI

Letra: Filipe Santos

Música: Filipe Santos

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Dá-me mais
Um pouco do teu fogo
Que a noite ainda agora começou

Dá-me mais
Um pouco de ti
Não quero que digas que foi outra noite que passou

Devagar, apagam-se as palavras
Gargalhadas que quebram a razão
Do lado de lá da realidade
Escreve-se a magia da paixão

Sem tabus … sem preconceitos
Tu e eu, iluminados por gestos

Dá-me mais
Um pouco do teu corpo nu
No ponto alto
Do teu mais puro íntimo

Tu foste feita no céu dos mundos

Dá-me mais um pouco de ti
E dá-me mais um pouco de ti …
E dá-me, dá-me, dá-me mais
Dá-me mais um pouco de ti
Um pouco de ti …
Dá-me mais um pouco de ti
E eu dou-te mais um pouco de mim …

KK KOISA

Letra: Filipe Santos

Música: Filipe Santos

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A minha alma chora
E rebenta de alegrias
Sentimentos que se cruzam
Que se contradizem nestes últimos dias

Se é verdade que nascemos para morrer
Uma multa pesada de pagar
Porque temos também de sofrer para amar?

Kk coisa chamo por ti
O que sinto é tão forte
Que me dói o peito ao pensar
O tão perto, que é tão longe
A distância que estás de mim
Tu não estás aqui…perto de mim
Há algo em mim…que chama por ti.

POR TUDO O QUE TU ÉS

Letra: Filipe Santos | Tânia Ribas de Oliveira

Música: Ernesto Leite

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Já não sei o que hei-de pensar
Quando parto p’ra qualquer lugar do Mundo
A estrada que sigo
Não mata a saudade que teima em magoar
Tu és tudo o que sempre sonhei
És tudo o que quero e sempre desejei
E é na distância
Que a proximidade mais dói

Por tudo o que tu és
Vou de lés a lés
Só para te ter perto de mim
Por tudo o que tu és
Vou de lés a lés
Contigo eu vou ficar até ao fim

E é na estrada que vou continuar
Qualquer que seja o caminho
A que a vida me levar
És tu o destino, onde quero sempre regressar

Por tudo o que tu és
Vou de lés a lés
Só para te ter perto de mim
Por tudo o que tu és
Vou de lés a lés
Contigo eu vou ficar até ao fim

Por tudo o que tu és
Vou de lés a lés
Só para te ter perto de mim
Por tudo o que tu és
Vou de lés a lés
Contigo eu vou ficar até ao fim

Gosto da vida contigo
Gosto assim... De gostar de ti
E gosto mais de mim...
Por te sentir... aqui... dentro de mim
Aqui... dentro de mim

S.O.S. POLÍCIA

Letra: Filipe Santos

Música: Filipe Santos

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Sábado à noite a lua está de volta
e anuncia o final do dia
Tens uma festa ao lado da porta
e sai uns jarros de sangria

A noite ainda é uma criança
sais de carro e não a pé
Percorres a distância dê lá por onde der

Mas atenção …S.O.S. Polícia
Atenção … aos bófias do balão

Entroncamento à Barquinha pela nacional 3
Vais com a malta beber um abafado ao bar do Quim o 21

O carro já não tem seguro
nem sequer a inspecção
Já não estás muito puro
tens que fugir ao balão

Mas atenção … S.O.S. Polícia
Atenção … aos bófias do balão

Vais ao Rio bar em Tomar
por estradas secundárias
Com os shot´s a cabeça fica a rodar
Não controlas os focas nessa área

Com o sol já de volta
sai a rodada para terminar
Se és apanhado pela operação
Só com o bafo rebentas o balão

Mas atenção …S.O.S. Polícia
Atenção … aos bófias do balão

Não é a bebida que cai mal
Se fores apanhado, levam-te o ordenado
Não é a bebida que cai mal
Se não parares vais dormir na prisão
E és criminoso,
e és criminoso.

Fado da vida

Letra: Filipe Santos

Música: Filipe Santos

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O fado desta vida,
Por vezes prega-nos partidas
Às quais não temos respostas definidas.

Tudo o que resta é seguir,
olhar em frente e não p´ra trás,
assim como fizeste,
sem sequer dizeres um adeus…

Só queria morrer hoje,
Nos teus braços…só…mais esta noite
Só queria poder sentir-te,
Uma última vez…esta noite.

Não sei qual a razão,
Que te levou a partir… p´ra bem longe de mim
Só quero que saibas que eu,
Estou de braços abertos, p´ra te receber.

O fado da vida é assim,
Bom e por vezes mau,
Com princípio, meio e fim.

Só peço que me ligues uma vez,
P´ra dizeres um olá e que está tudo bem,
Onde quer que tu estejas.

Só peço que tu te lembres de tudo,
O que passámos e construímos,
Os dois juntos.

Só queria morrer hoje,
Nos teus braços…só…mais esta noite
Só queria poder sentir-te,
Uma última vez…esta noite.

NÃO ME DEIXES POR AÍ

Letra: Filipe Santos

Música: Ernesto Leite

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Sozinho subo a rua calcetada,
São 6 da madrugada, penso em ti!

Tenho o teu cheiro entranhado no corpo
O sabor dos teus lábios nos meus, mil desejos!

É tão bom dormirmos lado a lado
E cometermos o pecado de sermos um só

Não, não me deixes por ai
Nada faz sentido sem ti
Nós somos um só
Não, não me deixes por ai
Nada faz sentido sem ti
Nós somos um só

Sem ti passo as noites em branco
As horas custam mais a passar, fica frio!

Sinto a falta daquele teu abraço
Contigo o tempo deixa de existir, onde estás?

Não, não me deixes por ai
Nada faz sentido sem ti
Nós somos um só
Não, não me deixes por ai
Nada faz sentido sem ti
Nós somos um só

P.D.I.

Letra: Filipe Santos

Música: Filipe Santos

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Os meus pais já se queixam
Da ferrugem nos ossos
Dos corpos cansados de anos a trabalhar

Não há nada a fazer
A idade começa a pesar
Ninguém se livra dos “entas”
Não há como parar

Dói aqui … Dói ali, é a P.D.I.
O destino está traçado com a P.D.I.
Dói aqui … Dói ali, é a P.D.I.
O relógio da vida não dá para atrasar
À P.D.I. ninguém pode escapar

Os meus pais já se queixam
Da ferrugem nos ossos
Dos corpos cansados de anos a trabalhar

A alma ainda está jovem
Mas o corpo começa a quebrar
Os cabelos grisalhos já caem
Dos filhos aturarem

Dói aqui … Dói ali, é a P.D.I.
O destino está traçado com a P.D.I.
Dói aqui … Dói ali, é a P.D.I.
O relógio da vida não dá para atrasar
À P.D.I. ninguém pode escapar

A P.D.I., a P.D.I., a P.D.I., Ela anda aí!

disso não!

Letra: Filipe Santos

Música: Filipe Santos

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Desço a calçada
Subo ao La Luna
Encosto-me ao balcão
Peço um café

Tomo rumo na estrada
Norte ou Sul
O local para onde vou
Só Deus sabe onde é
Só Deus sabe onde é

Perguntaste se fumava
Disse não!
Perguntaste de bebia
Disse não!
Perguntaste se correu bem o dia
Disse não!

Perguntaste se chorava
Disse não!
Perguntaste se comia
Disse não!
Perguntaste se queria
Disso não!

REF:

Perguntei-me se queria
Disso não!
Questionei-me se devia
Disso não!
Ás vezes bem que apetecia
Disso não!

REF:
E eu disse não... DISSO não!

lisboa pessoa, lisboa cidade

Letra: Filipe Santos

Música: Filipe Santos

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Desce o pano sobre o palco da Lisboa que não dorme
Vai-se o dia que dá lugar à noite desenfreada,
que me devora.

Tudo tem a mesma cor fica tudo a descoberto
Oh Lisboa!
Por entre ruas e vielas vagueio sozinho,
por entre a multidão

Deixo-me ir,
nos teus braços que me guiam e me ajudam a me encontrar

Oh Lisboa diz-me lá se eu,
Algum dia me vou encontrar
nas loucas noites de insónias sem dormir

Oh Lisboa diz-me lá se eu,
Algum dia me vou encontrar
nas loucas noites de insónias sem dormir